Uma grande oportunidade passa na sua frente! Você vai ficar de fora?

Caro(a) leitor(a), escrevi este artigo para te deixar alerta sobre algumas oportunidades que o mercado financeiro proporciona aos investidores, mas não são amplamente divulgadas.

Leia este texto e entenda um pouco mais o que você precisa saber sobre os títulos de crédito privado não bancários, quando e como investir nesses produtos financeiros.

Quero chamar a sua atenção para os títulos de crédito privado com isenção fiscal, através de:

Títulos de Crédito Privado: qual o melhor momento para investir?

Antes de descrever esses produtos propriamente, quero explicar um pouco porque essas emissões têm ocorrido com maior frequência desde o início de 2015 e porque essas oportunidades são tão boas.

Entenda que momentos de crise econômica tornam os ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa de valores, menos atrativos sob o ponto de vista risco/retorno.

Investidores não dispostos a correr risco

Assim, as grandes empresas, que normalmente estão acostumadas a emitir ações para financiar seus projetos, ficam sem acesso a essa fonte de captação, pois os investidores não estão dispostos a correr risco.

Os bancos também seguram o crédito para não ficarem muito expostos ou com risco concentrado em determinados setores da economia.

Então, como alternativa para financiarem os seus projetos, muitas grandes empresas recorrem a emissões de títulos de crédito através de ativos financeiros alternativos, sendo que os mais comuns são as debêntures, os CRIs e os CRAs, nestes artigos eu explico mais sobre cada um.

Isenção Fiscal: vantagem para todos participantes

Não só os empresários, mas também o governo, tem interesse nos projetos dessas grandes empresas. Na maioria dos casos o governo precisa desses projetos, mas não tem competência nem dinheiro para realizá-los.

São projetos específicos, classificados como projetos de infraestrutura, na grande maioria dos casos atrelados aos seguintes segmentos:

  • geração e transmissão de energia;
  • construção ou melhorias em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias;
  • educação;
  • logística e saneamento básico.

Infraestrutura

Isenção dada pelo governo

Dessa forma, associando o útil ao agradável e afim de incentivar as grandes empresas a continuarem investindo em infraestrutura, o governo isenta tais projetos de qualquer tributação.

Isso ajuda não só as empresas, mas também os investidores (como você), que ao investir em títulos emitidos por essas empresas para financiar esses tipos de projetos, obterá muito mais retorno, simplesmente devido a isenção fiscal, mas não necessariamente correndo mais risco.

Empresas, governo e investidores ganham

Assim, através das emissões de títulos de crédito privado com isenção fiscal:

  • as empresas ganham uma vez que conseguem financiar seus projetos a um custo mais acessível,
  • o governo ganha já que alguém está investindo em projetos que o país carece, que estimulam o crescimento econômico e que ele próprio não consegue fazer, e finalmente,
  • os investidores ganham, pois obtêm muito mais retorno sem precisar correr mais risco.

Oportunidades em renda fixa

Por isso, nas grandes crises surgem ótimas oportunidades para investimentos em renda fixa.

Você entendeu as oportunidades e vantagens existentes nos investimentos em títulos de crédito privado não bancários com isenção fiscal? Quer saber mais? Então, continue lendo esse artigo até o final…

capa ebook isenção fiscal titulos de credito privado

Títulos de Crédito Privado: riscos e garantias

Partindo para os títulos de crédito privado, não pretendo esgotar o assunto e nem explicá-los um a um neste artigo, mas quero te dar uma visão geral e fundamental sobre eles.

Então, vou fazer alguns comentários das características em comum sobre as debêntures incentivadas, os CRIs e os CRAs. Eu já escrevi sobre elas neste blog então você pode aproveitar para conhecê-las clicando nos links.

Garantias Próprias

A primeira coisa que você precisa entender é que, diferentemente dos ativos de emissão bancária (como CDBs, LCs, LCIs e LCAs) que contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), as emissões privadas com isenção fiscal não contam com essa garantia, mas com garantias próprias, particulares de cada emissão.

Energia

Muitas dessas emissões são feitas sob concessão de garantias muito sólidas e na maioria das vezes muito mais valiosas que o próprio projeto. É preciso saber bem sobre essas garantias, por isso que muitas vezes a ajuda de um assessor de investimentos é válida, porém você pode sozinho investir em títulos privados (CRI, CRA, Debêntures e outros) pois a ajuda de um assessor de investimentos é totalmente opcional.

Faça uma consultoria de investimentos

Sei que analisar essas garantias não é tão simples, mas não se preocupe, esse é o papel das agências de rating. A grande questão aqui é que existem excelentes títulos de crédito privado, com risco muito baixo, e rentabilidade muito maior do que a oferecida pela maioria das emissões bancárias (CDBs, LCs, LCIs e LCAs).

Diversidade ampla e ticket mínimo baixo

Outra vantagem dessas emissões incentivadas é que as opções de vencimento, liquidez, tipo de remuneração (CDI, IPCA, etc) e diversificação é bastante ampla.

Logo, existem títulos que te proporcionam pagamento de juros mensais, semestrais, anuais, etc. Além disso, o ticket mínimo para investir nesses ativos costuma ser de mil a dez mil reais, o que permite acesso a maior parte dos investidores.

Risco muito menor que comprar ações da empresa

Por maior que seja o risco de uma emissão de títulos de crédito privado, ainda sim esse risco é menor do que o risco de comprar ações dessa empresa. Muitos investidores não gostam da oscilação dos preços das ações, mas entendem que por mais que as ações de uma grande empresa estejam desvalorizadas, dificilmente essa empresa irá falir.

Os títulos de crédito privado são uma forma de investir nessas empresas sem correr o risco de oscilação de suas ações.

Por exemplo, um investidor que compre as debêntures da Vale, não correrá risco de oscilação do preço do minério de ferro, nem do preço de suas ações na bolsa. E mesmo que a Vale vá a falência, ele será ressarcido antes de qualquer acionista.

Histórico de pagamento

Por fim, avaliar o histórico de pagamento da empresa emissora em momentos de crise ou dificuldade no seu setor de atuação, é sempre uma boa arma que deve ser usada por você investidor.

Webinar Como investir com isenção fiscal em títulos de crédito privado

Notas de Crédito e o Papel das Agências de Rating

Numa abordagem bem direta, o investidor corre risco de crédito na compra de um título de crédito privado. Ou seja, o risco de a empresa emissora não conseguir honrar seu compromisso de pagamento de juros ou principal nas datas de vencimento.

Nota de classificação de risco de crédito

Logo, na escolha de um título de crédito privado, é importante avaliar sua nota de classificação de risco de crédito, normalmente avaliada por uma ou mais Agências de classificação de risco de crédito ou Agências de rating (como são conhecidas no mercado financeiro).

As principais e mais sérias agências de rating independentes são: a Standard & Poor’s, a Moody’s e a Fitch. Cada uma delas tem sua própria métrica de avaliação e uma escala de notas.

Normalmente a melhor nota (dada às instituições avaliadas como boas pagadoras) é AAA e a pior nota é D (dada às instituições inadimplentes ou que provavelmente terão dificuldade para honrar seus compromissos). Algumas agências, a exemplo da Standard & Poor’s atribuem sinais (+) ou (-) em suas notas de classificação de risco.

Grau de Investimento

Normalmente, notas acima de BBB- recebem uma espécies de “selo de qualidade” conhecido no mercado financeiro como Grau de Investimento ou Investment Grade. Instituições, estados ou títulos considerados bons ou ótimos pagadores são classificados como Grau de Investimento.

Por outro lado, notas abaixo de “BBB-” são normalmente consideradas como grau especulativo, com alto risco de inadimplência.

Antes dos anos 90, o trabalho realizado pelas agências de rating e a classificação de risco dos títulos por elas avaliados era considerado muito mais um “capricho” do que uma informação estatística relevante. Porém, a partir de então, com o desenvolvimento de modelos estatísticos e algoritmos capazes de detectar tendências com muito mais precisão, a avaliação de risco de crédito das agências tornou-se um importante instrumento ao investidor.

habitos de grandes investidores

Títulos de Crédito Privado: regras e órgãos reguladores

Quero ressaltar que devido as regras dos órgãos reguladores do mercado financeiro, como a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), não é permitido fazer comentários ou marketing sobre qualquer nova emissão de títulos de crédito privado.

Tudo o que é permitido é informar você investidor que a emissão irá ocorrer. E só é permitido divulgar o material publicitário que a própria CVM autoriza. Normalmente é um material longo e de difícil leitura.

Por isso, se você se interessou pelos títulos de crédito privado e deseja saber receber informações sobre cada nova emissão, solicite uma consultoria de investimentos e pode contar comigo para interpretar e resumir o material publicitário padrão.

Faça uma consultoria de investimentos

Porém, não darei informações sobre as mesmas e nem darei minha opinião. Mas, se você entrar em contato comigo, então poderemos conversar sobre os detalhes, garantias, remuneração, vencimento, etc, sobre cada emissão.

O que você aprendeu

Neste artigo você aprendeu:

  • O que são títulos de crédito privado não bancários com isenção fiscal e o momento adequado para investir nesses ativos.
  • As vantagens dos investimentos em títulos de crédito privado com isenção fiscal.
  • Os riscos e garantias atrelados aos títulos de crédito privado com isenção fiscal.
  • O papel das agências de rating e como analisar a classificação de risco dos títulos de crédito privado com isenção fiscal.
  • As principais regras dos órgãos reguladores dos títulos de crédito privado com isenção fiscal.

Aproveite para aprender mais e assistir webinar completo sobre este tema, com Daniel Guedine “Como investir com isenção fiscal em títulos de crédito privado”.

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Sobre o autor

Daniel Guedine

Daniel Guedine é empreendedor, autor e co-fundador do Caminho para Riqueza, clique para ler mais...