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A importância do preço da ação num momento de crise na Bolsa de Valores

O preço da ação assume proporções “importantes” num momento de crise na bolsa de valores. É preciso observar lições de investidores como Peter Lynch. Antes de qualquer coisa avalie os fundamentos da empresa.

O investidor muitas vezes julga uma ação pelo seu preço, dando uma importância exagerada. Durante uma crise que afeta diversas bolsas de valores isso pode ficar ainda mais evidente, mas ainda assim muitos investidores esquecem de olhar os fundamentos do negócio.

A análise dos fundamentos da empresa

O conhecimento em análise fundamentalista pode ser tornar valioso para o investidor que decide investir no longo prazo. Uma opção razoável é contar com a ajuda de um assessor de investimentos para estruturar uma carteira de investimentos com base no value investing.

O preço atual da ação não nos diz absolutamente nada sobre as perspectivas futuras de uma empresa, e ele (o preço) eventualmente se move na direção oposta à dos fundamentos do negócio.
(Peter Lynch)

Peter Lynch, assim como Warren Buffet, Benjamim Graham e Luiz Barsi avaliam uma empresa olhando os fundamentos dela. Os ensinamento que todos eles trazem está resumido na frase acima, de Peter Lynch.

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Dentre os indicadores para se avaliar uma ação o preço da ação tem pouca importância. Indicadores como o índice Preço/Lucro (P/L), Lucro por Ação (LPA), Dividend Yield e Preço da ação sobre o Patrimônio Líquido (P/VP), avaliados de forma conjunta, vão trazer uma visão mais real dos fundamentos da empresa.

Os três “SIM”s do investidor

Segundo Peter Lynch o investidor de ações precisa responder SIM para três questões:

  1. Eu tenho uma casa?
  2. Eu preciso do dinheiro?
  3. Eu tenho as qualidades pessoais necessárias para ser bem-sucedido?

As duas primeiras são objetivas e a terceira considero subjetiva e a mais difícil. São qualidades como Paciência, considerada a mais importante de todas, autoconfiança, bom senso, e várias outras.

As três forças do investidor

Investidores como Ray Dalio e Luiz Alves Paes de Barros fazem uso destas três forças. São elas, Alocação de Ativos, Diversificação e Eficiência Fiscal.

Alocação de ativos

A alocação de ativos inteligente, segundo Ray Dalio, é alocar 40% dos investimentos em ativos na cesta de crescimento/risco e 60% em ativos na cesta de segurança. Muito importante na alocação de ativos é o cuidado com o rebalanceamento periódico, assim como aportes.

Diversificação

A diversificação é o cuidado em dividir o patrimônio em renda variável e renda fixa. Isto também pode ser estender a outros tipos de investimentos que não sejam financeiros, como imóveis, empresas, etc. O objetivo da diversificação é o de minimizar o risco.

Eficiência Fiscal

Os impostos e taxas que existem nos investimentos financeiros podem comer o lucro do investidor. É preciso muita atenção. Desde fundos a ações, é preciso entender como funcionam as taxas e impostos.

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Éverton Gaucho

Por Éverton Gaucho

Escreve sobre investimentos e tecnologia. É autor no site Caminho para Riqueza. Twitter: @EvertonCpR

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