Conheça 7 erros no planejamento financeiro familiar e saiba como evitá-los!

Planejamento Familiar (ou doméstico): Os 7 erros que podem fazer você perder dinheiro. Aprenda como evitá-los.

Se organizar o orçamento pessoal já é um desafio para muitas pessoas, cuidar do dinheiro de uma família demanda ainda mais planejamento. Quando se tem filhos, gastos inesperados são mais freqüentes, e a necessidade de evitar erros no planejamento familiar ganha mais força.

Mesmo que você tenha um trabalho estável, com um bom salário, é importante ter visão e mudar alguns hábitos para alcançar seus objetivos e garantir segurança para sua família. No Brasil, 23,7% das famílias têm contas atrasadas.

Neste artigo, você conhecerá os sete principais erros que atrapalham o sucesso de um planejamento familiar e como se livrar deles.

1. Esquecer-se de pensar em alternativas para aumentar a renda

É provável que você encontre muitas dicas e conteúdos sobre planejamento financeiro, que envolvam cortes de gastos e orientações para estruturar um planejamento financeiro familiar.

Pense em renda extra

Aqui, você também encontrará isso, mas não podemos deixar de citar que um dos erros mais comuns de quem está endividado ou estagnado financeiramente é deixar de pensar em uma renda extra. Algumas vezes, cortar na carne gera um estresse que pode ser desnecessário, se você tem condições de ganhar dinheiro com outra fonte, além do trabalho.

Para conseguir isso, você não precisa necessariamente encontrar mais trabalho, mas pode traçar uma estratégia para conseguir um cargo melhor, por exemplo. Dependendo da idade dos seus filhos, você pode estimulá-los a procurar por programas como o Jovem Aprendiz e começar incentivá-los a gerar seu próprio dinheiro.

2. Abrir mão da educação financeira e de poupar para investir

Com uma rotina corrida e muitas demandas no trabalho, é compreensível que você sinta aquela preguiça para estudar um pouco sobre educação financeira quando chega em casa.

Para mudar isso, encontre conteúdos em formatos variados, como vídeos e podcasts, além do texto, e encare como um investimento. Você sabe, por exemplo, o primeiro passo para colocar as finanças em ordem?

Planejamento financeiro familiar! Como veremos a seguir, existem diversos modelos que ajudam você a fazer isso, mas tudo depende do compromisso em entender um pouco de economia doméstica. Para isso, entenda a educação financeira como prioridade.

Além de evitar padrões de consumo irresponsáveis, a educação financeira pode lhe ajudar a colocar o dinheiro para trabalhar por você, em investimentos. Na mesa de happy hour com os colegas, nas redes sociais ou em reportagens da TV, você já deve ter ouvido falar em nomes como Tesouro Direto, Renda Fixa, CDI, Renda Variável, CDB, Fundos de Investimento, etc.

 


Se você contrata um encanador para cuidar de seu encanamento, mecânico pra cuidar do seu carro, 

agende um bate papo com um profissional de investimentos para cuidar dos seus sonhos.

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Para entender como essas opções de investimento podem lhe ajudar a receber bons lucros e a escapar das taxas baixas de retorno da poupança, você deve estudar sobre o assunto e depois procurar uma corretora.

3. Deixar de criar um orçamento para os gastos

Esse erro é o mais comum e, ao mesmo tempo, representa o hábito mais necessário para a estabilidade financeira de qualquer pessoa ou família.

Você precisa saber para onde seus gastos estão indo, quais são as contas fixas, quais são variáveis, o que pode comprar no dia a dia e guardar uma parte para investimentos e reserva de emergência. Parece muita coisa para considerar, mas a disciplina que você tem ao seguir seu plano vale mais que o modelo de orçamento que você usar.

Sem disciplina

Uma das dicas mais comuns, fornecidas por economistas, é a seguinte:

  • Quanto da sua renda familiar deve ir para os gastos fixos;
  • Quanto para fundo de emergência e investimentos e;
  • Quanto restante fica com os gastos variáveis, que incluem o lazer.

Por gastos fixos, você pode considerar a mensalidade do colégio dos filhos, o condomínio, o parcelamento do carro, as compras no supermercado e as contas da casa. Os gastos variáveis são aqueles que temos com roupas, cosméticos, lazer, pequenas compras do dia a dia.

No começo do mês, pague as contas fixas, guarde o dinheiro para o fundo de emergência e deixe o restante na conta corrente para os gastos variáveis. Com isso o seu planejamento financeiro familiar já tem meio caminho andado.

4. Deixar de contabilizar pequenos gastos

Se você tem a impressão de que aqueles gastos variáveis são os responsáveis por alguma dificuldade financeira, você precisa conhecer as reais compras da sua família.

Na maioria dos orçamentos pessoais e familiares, esses gastos são um verdadeiro ralo por onde o dinheiro escorre. Para conseguir cortar qualquer supérfluo, é importante conhecer os gastos. Uma dica é anotar todos os gastos pequenos, de toda a família, durante um mês, para identificar o que pode ser eliminado dentro das contas variáveis.

Além de saber para onde o dinheiro vai, esse hábito pode ser mantido e ajuda você a se conter antes de comprar, já que nenhum gasto passa despercebido.

5. Seguir um padrão de vida que não é seu

Quem deixa de fazer um planejamento financeiro familiar acredita que todo o salário pode ser usado para pagar contas e lazer. Isso, na verdade, só faz você acreditar que pode consumir coisas que não pode. Como já vimos, você deve ter 70% do seu salário para os gastos.

Se a mensalidade do clube ou a prestação do carro dos sonhos não cabem nessa faixa, reavalie seu estilo de vida e construa hábitos de quem alcançou o sucesso financeiro.

6.Tratar gastos fixos como algo inalterável

Se você acha que já cortou os gastos variáveis desnecessários e não sabe aonde deve recorrer para economizar mais, lembre-se de que as contas fixas não são inalteráveis. Você pode procurar por serviços de internet, TV e telefone mais baratos, mudar para um imóvel com condomínio mais baixo, por exemplo.

Além de procurar alternativas mais baratas, alguns gastos fixos são possíveis de serem eliminados com um pouco de desapego.

7. Não ter fundo de emergência

Como já abordamos aí em cima, é necessário reservar cerca de 1\3 do orçamento para investimentos e um fundo de emergência. Se você não faz isso, está vivendo com um risco alto. Emergências podem acontecer e, no caso de muitos profissionais, o desemprego pode acontecer.

Se você não tem nenhum investimento, foque em construir uma reserva de emergência, que deve suprir as necessidades da sua família de 6 a 12 meses. Se o custo mensal de vocês é de R$5 mil, por exemplo, você precisa de uma reserva de, no mínimo, R$ 30 mil. Depois de alcançar esse patamar, busque investimentos para alcançar outros benefícios, como viver de renda e viagens.

Poupar dinheiro e alcançar seus objetivos


Venha investir com menos de 100 reais por mês. Converse com um profissional de investimentos.


Agora você já sabe como evitar os principais erros no planejamento financeiro familiar. Se você conseguir evitá-los, já está em um bom caminho para conseguir poupar dinheiro e alcançar seus objetivos. Por isso, considere uma renda extra, estude sobre educação financeira e faça um orçamento para os gastos!

Gostou das nossas dicas sobre finanças? Conheça mais sobre investimentos em letras imobiliárias neste outro artigo do nosso blog!

Danilo Guedine

Por Danilo Guedine

Educador financeiro e co-fundador do Caminho para Riqueza. Possui mestrado em Finanças e grava vídeos semanalmente para o canal Caminho para Riqueza, no Youtube.

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