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Conheça os mitos da bolsa de valores que afastam os investidores

Você está bem colocado no mercado de trabalho, progride profissionalmente, tem um bom salário… Mesmo assim, sabe que poderia ter resultados financeiros ainda melhores fazendo seu dinheiro trabalhar para você. Então não caia em alguns mitos da Bolsa de Valores.

Bem, o mercado acionário está aí e é uma boa opção de investimento para obter ganhos relvantes. Mas provavelmente já ouviu mitos da bolsa de valores que o assustaram e o fizeram dar um passo atrás nessa decisão.

Não se preocupe. Vamos desvendá-los agora e mostrar como a aplicação de capital nesses papéis é uma boa escolha para embolsar rendimentos. 

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O Mito do insider

“Só ganha dinheiro na bolsa de valores quem tem informações privilegiadas”

Primeiramente, receber e utilizar ou repassar informação confidencial ou privilegiada é crime. E a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado acionário, condena judicialmente a prática.

Entre os milhares de brasileiros que investem na bolsa, grande parte deles tem bons resultados sem privilégios irregulares. Como?

Ajuda profissional

Essa parcela de investidores busca ajuda profissional, acompanha o mercado, diversifica a carteira, tem perfil de investidor definido, entre outras boas práticas de fato que trazem sucesso nas aplicações.

Aliás, agindo com informações privilegiadas é que a chance de insucesso aumenta com o risco de pesadas multas e abertura de processo judicial.

Você já assistiu a O Lobo de Wall Street e/ou a Wall Street — Poder e Cobiça?

Já ouviu falar do Michael Burry? Ele foi o investidor e personagem principal do filme A Grande Aposta, leia este artigo onde ele ensina 4 lições muito importantes para qualquer investidor financeiro.

O Mito da sorte

“É preciso ter sorte para ganhar na bolsa de valores”

Como citamos há pouco, investir exige planejamento e uma série de boas práticas de atuação — antes e durante as aplicações.

Não há uma roleta ou um globo com números dentro na BM&FBovespa, mas dados, oscilações, papéis valorizando e desvalorizando.

Calma e um pouco de análise

E, existe um cenário político-econômico brasileiro influenciando os ativos e tantos outros fatores. E eles requerem calma, análise, acompanhamento profissional e um plano.

O Mito do perder todo o dinheiro

“As pessoas podem perder todo o dinheiro na bolsa de valores”

Primeiramente, para as ações serem reduzidas a zero em rentabilidade é necessário todas as empresas da carteira irem à falência.

Obrigações com os acionistas

Mesmo assim, elas têm obrigações a cumprir com os acionistas em relação ao capital investido no caso de extinção da organização. E na hipótese de as ações obtidas serem preferenciais, esses investidores têm preferência a receberem o dinheiro de volta.

Utilizando o home broker

Além disso, enquanto as coisas acontecem na bolsa o capital não está à mercê do destino. A ferramenta stop serve justamente para proteger as aplicações no caso de desvalorização.

Ou seja, define-se uma perda admitida pelo investidor e, caso seus papéis cheguem a tal nível, os ativos são vendidos e o capital é preservado.

Além disso, o stop também serve para a valorização. Então, se as ações chegarem a esse alto nível de valorização, são vendidas — há boa rentabilidade e o risco de perder a oportunidade é extinto.

O Mito da tragédia na baixa

“A baixa da bolsa de valores é uma tragédia”

Esse é um dos mitos da bolsa de valores mais repetidos, pois as palavras “queda” e “baixa” remetem a algo ruim naturalmente.

E, como no Brasil a população em geral ainda entende muito pouco sobre o mercado acionário, o mito sobrevive. Mas não é um fato.

Talvez este seja o melhor momento para entrar na Bolsa 

Um mercado em baixa pode ser na verdade um dos melhores momentos para comprar ações e posteriormente vendê-las na alta, quando há um movimento de bando nas compras, e ter bons rendimentos.

Se o investidor estiver com papéis mantidos durante a queda, pode se proteger com o stop.

O Crash de 1929 e a Segunda-Feira Negra de 1987, por exemplo, não são perigos iminentes e constantes no dia a dia do mercado financeiro.

O Mito do risco inadmissível

“O risco de investir na bolsa é inadmissível”

Diríamos que inadmissível é deixar o dinheiro aplicado por uma ano inteiro e depois sacá-lo com menor valor de compra em relação ao ano anterior.

Atenção a sua poupança

Sabe onde ocorreu isso? Na poupança, investimento escolhido pela maioria absoluta dos brasileiros. Como? Por exemplo, em 2015 a inflação ficou acumulada em 10,67%, enquanto a caderneta teve rendimento acumulado de apenas 8,15%.

O risco da renda variável

É claro que a renda variável apresenta seus riscos, mas nem de longe o dinheiro fica à beira de um precipício esperando uma brisa o empurrar, como o mito transmite.

Utilizando o stop, tendo um plano e seguindo as outras práticas corretas que dissemos anteriormente chega-se a ganhos relevantes e minimiza-se os perigos.

O Mito da crise

“Não dá para investir em ações em momento de crise no país”

Obviamente, o cenário brasileiro tem sua influência no mercado acionário. Mas a bolsa e a situação do país não andam de mãos dadas. E em alguns momentos podem estar em lados opostos.

Já tivemos vários momentos de crise econômica no Brasil, porém, uma situação ou notícia de outro país — que mexa com o mercado financeiro global — pode fazer a bolsa fechar em alta e seguir assim por dias.

O Mito do retorno longo/curto prazo

“O retorno na bolsa só ocorre em longo/curto prazo”

Na verdade, nenhum dos dois. Não é uma fórmula exata. Depende muito do planejamento de atuação, das ações executadas conforme o perfil de investidor e, principalmente, da carteira de investimentos mantida.

Day trade

É possível ter um grande retorno em um day trade: lucro relevante dentro do mesmo dia, em espaço de apenas poucas horas entre compra e venda.

Swing trade

Também é possível ter ótimos lucros com swing trade. Mas também se pode ter grande rentabilidade investindo para o longo prazo.

Por exemplo, quem comprou ações da Kraft Foods antes de 2015 — ano em que os ativos subiram em 35% após uma fusão — e as manteve, multiplicou seu capital em alguns anos e conseguiu ótimos rendimentos em 2016.

Mito da corrida aos IPOs

“É preciso correr para comprar ações em IPOs”

A oferta pública inicial — Initial Public Offering (IPO) — é quando a organização abre seu capital e lança os ativos no mercado acionário. Quando isso ocorre, é grande o número de investidores que procuram esses papéis.

A realidade dos IPOs

Porém, quando a primeira oferta é feita, há custos de IPO embutidos nas operações. Então, as ações são mais caras. Além disso, não significa que a empresa da moda garantirá rentabilidade imensa aos acionistas, pois antes de abrir o capital certamente houve injeção de dinheiro de outros investidores e a maior parte da valorização do negócio para esses sócios anteriores, já ocorreu.

Tudo isso para dizer que nem sempre existe um corrida a IPOs, na verdade isto acontece muito poucas vezes dentro da Bolsa de Valores.

Estes são os mitos da bolsa de valores

Então, se você já ouviu algum desses mitos da bolsa de valores, não dê importância e inicie o projeto de fazer o seu dinheiro render.

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Caminho para Riqueza

Por Caminho para Riqueza

Caminho para Riqueza é um blog de educação focado em investimentos financeiros.

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