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CONSÓRCIO: A MELHOR MANEIRA DE FINANCIAR AQUISIÇÕES

Você sabia que o consórcio pode te ajudar a realizar um sonho e ao mesmo tempo fazer um investimento?

Quem nunca sonhou em adquirir um imóvel próprio ou mesmo um carro?

Acredito que todos nós temos sonhos de consumo, mesmo que menores, como uma viagem internacional, uma cirurgia plástica, a reforma da casa ou do apartamento e até mesmo a mobília e os eletrodomésticos para o seu lar. Enfim, cada um tem o seu, mas certamente todos possuem sonhos de consumo e aquisições.

Acontece que na maioria das vezes não temos dinheiro suficiente para pagar nossas contas e ainda satisfazer nossos sonhos de consumo e aquisições.

Nós já publicamos outros dois artigos que podem ser muito úteis e são diretamente relacionados ao assunto deste artigo:

O que fazer nesse caso?

Antes de prosseguir, quero contar uma história que aconteceu com uma amiga muito próxima.

A História da Paula mãe de 3 filhos

A Paula estava casada, com três filhos, e vivia muito bem num apartamento de mais de 200 metros quadrados, um quarto para cada filho mais o quarto do casal.

Pois bem, por uma fatalidade o relacionamento dela com o marido não ia lá muito bem e eles decidiram por se separarem.

Acontece que os filhos optaram por morar com a mãe e o imóvel que era do casal precisava ser vendido e o valor divido entre ambos. E aí que começou o problema…

Como a Paula conseguiria adquirir outro imóvel com 4 quartos tendo em mãos apenas metade do valor?

Então ela me pediu ajuda. Expliquei a ela que os assessores de investimentos também atuam no nicho de financiamentos e crédito. Isso faz sentido, uma vez que o objetivo do assessor é maximizar as oportunidades oferecidas pelo mercado financeiro aos seus clientes. E sem dúvida, os financiamentos são produtos complementares aos investimentos.

Então, expliquei que, de acordo com a situação de cada um, é possível obter financiamento ou crédito muito mais barato do que através dos meios convencionais, como bancos ou financeiras.

Resumindo, ela tinha uma proposta de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal, cobrando juros de 9,15% ao ano por 30 anos. Mas como o valor que ela precisava era muito alto, ela não conseguiria pagar as prestações mensais.

Conhecendo outras modalidades de financiamentos, conclui que para a Paula havia uma alternativa melhor. Com o valor que ela tinha em mãos, era possível contratar uma carta de credito, através de um consórcio imobiliário, de aproximadamente o dobro do valor que ela tinha. E foi isso que eu ofereci a ela, que aceitou na hora.

Como resultado, oferecendo esse valor que ela tinha em mãos como lance, além de conseguir a contemplação (liberação) da carta de crédito em 15 dias, como esse lance é usado também para diluir o custo das demais prestações, no final ela ficou com um financiamento com a metade do prazo (16 anos) e as prestações pela metade do valor que ela teria na Caixa.

Mesmo considerando a correção anual pelo INCC dessas prestações, no final das contas, a economia da Paula foi de aproximadamente 50% sobre o que ele pagaria através do financiamento com a Caixa.

Além disso, através do consórcio imobiliário ela conseguiu viabilizar a aquisição do imóvel que ela queria o que lhe pareceu impossível num primeiro momento.

Poucos sabem, mas o consórcio deveria ser considerado um investimento, não um financiamento!

Custo de Oportunidade e Poupança

Financiar imóveis via consórcio

Ao adquirir um bem ou contratar um serviço você pode optar entre duas alternativas: pagar à vista ou financiar. Na verdade, nem sempre você tem ambas as opções, já que no caso da compra ou contratação à vista, antes de mais nada, é preciso ter o dinheiro que será desembolsado disponível.

A grande maioria das pessoas ao decidir pela aquisição de um bem ou a contratação de um serviço à vista, despreza o chamado “custo de oportunidade” na hora de fazer as contas.

O “custo de oportunidade” é o dinheiro ou juros que a pessoa deixa de ganhar se investisse o montante gasto no mercado financeiro, pois optou utilizá-lo na aquisição do bem ou contratação do serviço à vista.

Isso é um erro terrível, pois o Brasil possui, se não a maior, uma das maiores taxas de juros do mundo para investir o seu dinheiro.

Logo, antes de optar entre comprar algo à vista ou financiar, as pessoas deveriam fazer conta de quanto estão deixando de ganhar se investissem esse dinheiro, para então tomar a decisão.

Uma dica importante é não confundir o “custo de oportunidade” com o conceito de poupança.

Poupança é abrir mão do consumo imediato para consumir no futuro. Ou seja, aqui você está decidindo se faz a aquisição ou se deixa para mais tarde.

Tratando-se de poupança, outros conceitos como o índice de felicidade, qualidade de vida, ideais e valores, dentre outros, devem ser avaliados.

O “custo de oportunidade” acontece quando você já decidiu fazer a aquisição. Nesse caso, sim, você pode optar (estou supondo que tenha o dinheiro para pagar à vista) entre financiar a aquisição ou pagar à vista.

Nessa hora, é imprescindível comparar o valor que você receberia de juros investindo esse dinheiro no mercado financeiro, o “custo de oportunidade”, com os juros cobrados no financiamento.

Muitas vezes, financiar aquisições através de um consórcio é muito mais vantajoso do que pagar à vista.

Claro que isso vai depender caso a caso. Depende da taxa de administração, se é exigida ou não alguma taxa de adesão, dos juros ofertados pelo mercado financeiro para você investir o seu dinheiro, etc.

Inclusive, quero ressaltar a importância da taxa de adesão. Não raramente você encontra administradoras oferecendo a mesma modalidade de consórcio, com mesmo prazo, mas com taxa de administração mais baixa que a concorrente, porém exigindo uma taxa de adesão, também chamada taxa de entrada.

Perceba que a administradora está utilizando essa taxa como um “benefício de oportunidade” (se é que esse termo existe). Apenas perceba que ela diminui o capital/dinheiro que você economizaria em detrimento da compra à vista. O impacto disso ao longo dos anos é enorme.

Por isso, é preciso simular todo o fluxo das prestações, utilizando uma planilha como o Excel, por exemplo, para saber se uma taxa de administração menor com taxa de adesão é mais ou menos interessante do que uma taxa de administração maior sem taxa de entrada.

Peça ajuda a um assessor de investimentos. Muitos deles prestam esse serviço sem cobrar nada!

Quando financiar aquisições for melhor do que pagar à vista, na verdade, o financiamento dever ser visto como investimento!

Agora, isso fez sentido para você?

Conheço um especialista em consórcio de minha confiança.  Você pode entrar em contato com ele e pedir uma simulação: Quero uma simulação!

Continue lendo esse artigo, que vou te contar muitas outras dicas, que espero possa ajudá-lo, sobre consórcio.

Afinal, o que é um consórcio e como funciona?

Consórcio ajuda você realizar sonhos

O consórcio é quando um grupo de pessoas se une com um objetivo em comum. Na maior parte das vezes, trata-se de um grupo de pessoas que deseja adquirir o mesmo bem ou contratar o mesmo serviço.

Na teoria, o funcionamento dos grupos de consórcio é muito simples. Veja só, mensalmente todos os participantes do grupo pagam uma prestação. O valor total dessas prestações, depois de descontadas a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro, será utilizado para aquisição de quantos bens ou serviços forem possíveis com o montante arrecadado. Então, esses bens ou serviços serão sorteados entre os participantes do grupo.

Perceba que se fosse simples assim, existiria o risco de um ou mais participantes do grupo não honrarem a prestação mensal. Então, no caso de inadimplência uma ou mais pessoas do grupo poderia ficar sem o bem ou serviço esperado.

Por isso é cobrada uma taxa chamada fundo de reserva. Esse fundo serve exatamente para compor o saldo devedor dos inadimplentes do grupo.

Obviamente as administradoras de consórcios têm as estatísticas dos índices de inadimplência. Assim, dentre as administradoras sérias, dificilmente haverá problema aos participantes dos diversos grupos de consórcios.

Além disso, caso um participante venha a ficar inadimplente por um longo período, a administradora pode excluí-lo e colocar um novo participante no lugar do devedor.

Existe ainda um seguro de vida onde, caso algum participante de um grupo de consórcio venha a falecer, a seguradora reembolsa o grupo.

Por tudo isso, no geral, é muito difícil haver problemas em grupos de consórcios de administradoras sérias.

Como faço para entrar em um grupo de consórcio? O processo é burocrático?

Fechar um consórcio com uma administradora séria.

Uma grande vantagem dos consórcios é que contratar uma carta de crédito, que é o mesmo que entrar em um grupo de consórcio, é muito fácil, simples, pouco burocrático e muito rápido.

Na verdade, em poucos minutos você consegue entrar em um grupo de consórcio e adquirir uma cota. Cada grupo de consórcio tem um prazo máximo, um número máximo de participantes e um número de cotas.

Logo, o que de fato você adquire ao entrar em um grupo de consórcio é uma ou mais cotas daquele grupo que, ao ser contemplada, vira uma carta de crédito que poderá ser usada para adquirir um bem ou contratar um serviço.

O mais difícil é escolher o melhor grupo dentre as diversas administradoras para a sua necessidade.

Eu gosto de usar uma analogia que é a seguinte: escolher uma administradora de consórcios é como escolher um bairro para se morar dentro de uma cidade grande. Existem bairros muito bons, muito ruins e meio termo.

Uma vez escolhido o bairro é preciso escolher o melhor imóvel dentro do seu orçamento. A escolha do imóvel é como a escolha do grupo dentro da administradora de consórcios.

Uma dica que eu posso lhe dar é procurar por um assessor de investimentos ou especialista em consórcios para te ajudar nessa escolha.

Conforme citado anteriormente, uma vez escolhida a administradora e o grupo, a contratação pode ser feita em minutos.

Porém, isso não significa que não haverá burocracia com documentação, comprovação de renda, etc mais a frente, afinal, um consórcio também é uma modalidade de crédito.

O que ocorre de fato é que até que os participantes dos grupos de consórcios sejam contemplados, ou seja, sorteados para a liberação da carta de crédito, esses participantes são tratados como clientes do grupo e não como devedores. Uma vez contemplados, ou seja, o crédito liberado, esses mesmos participantes passam a serem devedores do grupo.

Por isso, em qualquer grupo de consórcio a burocracia normal de qualquer produto de crédito, isto é, análise da renda para verificar se o participante possuiu renda suficiente para honrar as prestações, providenciar a documentação do bem ou serviço que está sendo adquirido, assinatura do contrato de crédito, alienação do bem, dentre outros, ocorrerá no momento da contemplação ou liberação do crédito e não no momento da contratação ou entrada no grupo de consórcio.

Quais os bens ou serviços que posso adquirir ou contratar através de consórcios?

Outro grande benefício dos consórcios é a diversidade de bens e serviços que o consumidor pode comprar ou contratar através dos grupos de consórcios.

 

Consórcio imobiliário - 1

Assim, dentre outros, posso citar diversas modalidades de consórcio, como:

  • Consórcio de Imóveis: grupos de consorciados com o objetivo de adquirir qualquer tipo de imóvel, desde uma casa, um apartamento ou um terreno, até galpões. Muitas vezes, a maior carta de crédito oferecida pela administradora do consórcio é menor que o valor do bem que você deseja adquirir. Nesse caso, não tem nenhum problema em contratar 2 ou mais cartas, inclusive em grupos diferentes. Mas nesse caso, saiba que você terá que esperar até que todas as cartas sejam contempladas antes de adquirir o bem desejado. Assim, para quem tem mais pressa, o ideal é adquirir cotas de grupos diferentes, onde você poderá ofertar lances individuais em cada grupo e contemplar todas as cartas em uma única assembléia. Uma dúvida freqüente sobre os consórcios imobiliários é quanto ao uso do FGTS. Da mesma forma que no financiamento tradicional ou na aquisição à vista, através dos consórcios imobiliários o consorciado também poderá utilizar as reservas do FGTS, seguindo as mesmas regras que nas outras modalidades.
  • Consórcio de Carros ou Carros Usados: grupos de consorciados com o objetivo de adquirir qualquer carro, novo ou usado. Muitas montadoras possuem suas próprias administradoras de consórcios. Dentre as mais conhecidas, posso citar o Consórcio Volkswagen, o Consórcio Nacional Honda, Chevrolet (GM) Consórcios, Fiat Consórcios dentre várias outras. Recomendo antes de contratar esses consórcios verificar uma administradora independente e comparar as vantagens e as desvantagens, mas nunca aceitar a primeira oferta de consórcio de veículos que lhe aparecer.
  • Consórcio de Motos: grupos de consorciados com o objetivo de adquirir qualquer moto, nova ou usada. Da mesma forma, muitas montadoras possuem suas próprias administradoras de consórcios. Dentre as mais conhecidas, posso citar o Consórcio Kawasaki, o Consórcio Nacional Honda, Yamaha Consórcios, dentre várias outras. Assim como anteriormente, compare com as administradoras independentes antes de contratar.
  • Consórcio de Serviços: grupos de consorciados com o objetivo de contratar um serviço específico aceito pela administradora do consórcio. Dentre os serviços que se pode contratar através dos consórcios os mais comuns são: reformas de casas e apartamentos, viagens, cirurgias plásticas, festas (aniversário, formatura, casamento), educação (faculdade, colégio, pós-graduação, dentre outros).
  • Consórcio de Eletrodomésticos e Eletrônicos: grupos de consorciados com o objetivo de adquirir qualquer eletrodoméstico ou equipamentos eletrônicos como geladeira, fogão, máquina de lavar roupa ou louça, secadoras, televisores, home theater, aparelho de som, celulares, computadores, tablets, mobílias (camas, mesas, armários, sofás, cadeiras, etc) dentre outros.
  • Consórcios específicos: existem grupos de consórcio para aquisição de equipamentos mais específicos, como caminhões, máquinas agrícolas etc.

Consórcio de carros

Dentre as administradoras independentes de consórcio, as maiores e mais conhecidas são: Bradesco Consórcios, Banco do Brasil (BB) Consórcios, Itaú Consórcios, Caixa Consórcios, Porto Seguro Consórcio, Embracon Consórcio, Rodobens Consórcios e Consórcios Luiza. Outras, não menos importantes, são: Mapfre, HSBC, Consórcio Nacional Volkswagen, CAOA Consórcios, dentre outras…

Consórcios: Como escolher uma boa administradora e um bom grupo dentro dela?

Muitas vezes, maior não é melhor. O consórcio é uma modalidade de crédito que requer um bom atendimento, principalmente até a contemplação e liberação do crédito. Normalmente, empresas menores fornecem atendimento melhor.

Por outro lado, é preciso optar por uma empresa séria e confiar que não há fraude nas assembleias. Por isso, prefira administradoras ligadas a marcas já estabelecidas. Essas dificilmente jogarão tudo a perder devido ao negócio de consórcios.

Já a escolha do grupo ideal é ainda mais difícil.

Grupos muito novos normalmente contemplam menos cotas por mês do que grupos em andamento. Além disso, caso você tenha a intenção de ofertar um lance livre, normalmente esse lance é maior nos grupos novos, onde muitos participantes estão ansiosos para adquirir rápido o bem pretendido.

Grupos em andamento costumam contemplar mais cotas em cada assembléia e os lances costumam ser mais baixos. Por outro lado, grupos muito antigos limitam a oferta de lance livre a um percentual teto estabelecido.

Por isso, se você tem dinheiro em mãos e ainda sim vai contratar um consórcio para não precisar se desfazer de toda a sua liquidez, e pretende ser contemplado rapidamente, é preciso escolher um grupo nem muito novo, nem muito antigo.

A minha sugestão e procurar por um assessor de investimentos para lhe auxiliar na escolha tanto da administradora como também do grupo, já que esse serviço é gratuito.

Se você ficou com alguma dúvida específica sobre essa questão dos grupos de consórcio, você pode entrar em contato comigo ou com um especialista em consórcio de minha confiança. Saiba mais…

Escolher grupos de consórcio

Formas de contemplação dos consórcios

São duas as formas para se contemplar uma carta de crédito de consórcio:

  1. Sorteio: a primeira delas é através do sorteio. Aqui você precisa contar com a sorte e todos os participantes do grupo de consórcio concorrem em igualdade. Por isso, muitos dizem que os consórcios são boas opções para quem não tem pressa (não fosse a possibilidade de dar lances). O sorteio ocorre mensalmente durante as assembleias promovidas pelas administradoras de consórcios. Cada cota de cada grupo de consórcio é numerada. Assim, ao adquirir uma cota o consorciado recebe um número. Através de um sorteio parecido com o das loterias federias, mensalmente uma ou mais cotas são contempladas.
  2. Lance: essa modalidade de contemplação dos consórcios se dá de forma semelhante aos leilões. Todo titular de uma cota pode ofertar de forma sigilosa, até 24hs antes das assembleias, um valor percentual da carta de crédito. O maior lance é contemplado. No entanto, o detentor da cota tem um prazo pré-estabelecido, normalmente 5 dias úteis, para pagar o lance. Caso não pague, o segundo maior lance é acionado e assim sucessivamente. Existem duas formas de lances:

(a) Lance Fixo: é um percentual máximo estabelecido por cada administradora de consórcio, pode variar de 10% a 50%, do valor da carta de crédito que pode ser ofertado como lance para contemplação. Nesta modalidade, diferentemente que no sorteio, onde todos os participantes do grupo concorrem em igualdade, somente aqueles que optarem por oferecer o lance fixo estarão concorrendo. Esses participantes também estarão participando do sorteio normalmente.

(b) Lance Livre: nessa modalidade não há um limitador sobre o percentual máximo que o consorciado pode oferecer. Ou seja, funciona como um leilão. O participante do grupo que ofertar o maior lance é contemplado e segue a mesma regra que no lance fixo. Algumas administradoras limitam o lance livre até um certo percentual, mas nesses casos não é lance livre, mas lance fixo até X%.

Tanto no lance fixo como no lance livre, existe a possibilidade de utilizar o chamado lance embutido. O lance embutido é um percentual máximo definido pelas administradoras de consórcios, que também varia bastante, que pode ser utilizado do valor da carta de crédito para dar de lance.

Por exemplo, suponha que você adquiriu uma carta de crédito de 100 mil reais, com possibilidade de utilizar até 25% do valor da carta como lance embutido. Caso você seja contemplado, a administradora do consórcio irá liberar apenas 75 mil, pois você utilizou 25 mil para dar de lance. Mas, claro, você terá um desconto de 25% nas prestações mensais.

Por isso, ao utilizar o lance embutido, o consorciado precisa prestar atenção, caso contrário o crédito que será disponibilizado pela administradora do consórcio poderá não ser suficiente para quitar o bem. Logo, nesse exemplo, se o consorciado tem previamente a intenção de utilizar o lance embutido, ele tem que contratar uma carta 33% maior que o valor do bem, pois veja: 1,33 x 0,75 = 1.

Acho importante alertar sobre o uso do lance embutido!

Num primeiro momento, pode parecer que quanto maior o lance embutido permitido pela administradora, melhor para o consorciado para contemplar a carta de crédito. Mas, perceba que isso não é verdade, pois todos os participantes do grupo terão o mesmo benefício.

Por outro lado, se o lance embutido máximo permitido for muito pequeno, para contemplar a cota o consorciado precisará ter muito dinheiro disponível. Assim, um meio termo é o ideal.

Por isso, sugiro antes de contratar um consórcio conversar com um assessor de investimentos que é um profissional que saberá escolher o melhor grupo dentro das melhores administradoras de consórcios e não costuma cobrar por esse serviço.

Se você precisar saber mais e conversar com um assessor de investimentos ou especialista em consórcio, diga-nos o que precisa aqui.

Consórcio contemplado

Consórcio contemplado

Em alguns casos pode acontecer de um participante de um grupo de consórcio ser contemplado, ou seja, ser sorteado e ficar com a carta de crédito disponível para adquirir o bem ou contratar o serviço desejado, mas desistir da aquisição do bem ou contratação do serviço.

Quando isso ocorre, essa pessoa detentora da carta de crédito já contemplada pode procurar por outra pessoa interessada nesse mesmo bem ou serviço e tentar vender essa carta contemplada.

As administradoras de grupos de consórcios não gostam dessa prática, mas ela existe e é lícita. Afinal, qualquer um pode se arrepender de uma aquisição, os planos podem mudar, enfim, é possível se desfazer de uma carta de crédito contemplada ou não contemplada através da transferência, mais precisamente cessão e transferência de cota.

Normalmente é cobrada uma taxa pela administradora de consórcio para realizar a transferência da cota. Importante saber que caso essa cota não esteja contemplada, a transferência é rápida e simples, assim como na hora de adquiri-la, ou seja, na hora de entrar em um grupo de consórcio.

Porém, se essa cota já estiver contemplada, então a administradora do consórcio irá realizar o procedimento burocrático descrito anteriormente para avaliar se o novo comprador possui renda e está com a documentação necessária em dia.

Em resumo, vender ou comprar um “consórcio contemplado” é algo normal desde que a documentação e os pré-requisitos estejam de acordo com as exigências da administradora, bastando pagar uma pequena taxa que de forma alguma impacta no valor total da carta de crédito.

No entanto, alguns distribuidores de consórcios, sabendo e conhecendo esse mercado, tentam tirar vantagens próprias.

Por isso, muitas vezes, uma carta de crédito já disponível ou contemplada irá custar mais caro ao comprador do que se ele adquirir a cota não contemplada.

Por outro lado, essa pessoa terá o benefício de não precisar esperar as assembleias até ser sorteado e já poderá adquirir o bem ou contratar o serviço imediatamente.

Excepcionalmente, é possível encontrar cotas contempladas com desconto em relação ao valor justo. Isso acontece quando o dono da cota desiste da aquisição e precisa se livrar dela o quanto antes. Porém, isso é uma rara exceção.

Normalmente, esse mercado de consórcios contemplados é para quem tem pressa e aceita pagar um preço maior pelo mesmo bem ou serviço.

Conclusão

Na leitura deste artigo você aprendeu o que é preciso saber na decisão entre comprar um bem à vista ou financiado e vários aspectos sobre o consórcio, dentre eles:

  • O consórcio é a melhor maneira de financiar aquisições e inclusive ele pode ser considerado um investimento ao invés de um financiamento.
  • Mesmo que você tenha dinheiro suficiente para adquirir um imóvel ou um carro à vista, a contratação de um consórcio costuma ser vantajosa.
  • O custo de oportunidade é o dinheiro que a pessoa deixa de ganhar se investisse no mercado financeiro o montante gasto em uma aquisição à vista.
  • Na decisão de adquirir um bem à vista, deve-se levar em conta o valor do bem mais o custo de oportunidade.
  • O que é um consórcio e como ele funciona.
  • O processo para contratar um consórcio.
  • O que deve ser analisado na escolha de uma administradora de consórcio e um grupo dentro dela.
  • Como contemplar um consórcio.

Fico por aqui, mas antes disso gostaria de saber: você gostou deste artigo? Ficaram claras as vantagens do consórcio para financiar aquisições? Se você gostou, compartilhe este conteúdo com outras pessoas!!! :)

Caso você sinta que eu possa lhe ajudar de alguma forma na contratação de um consórcio,  descreva melhor seu caso neste formulário. Você também pode solicitar uma simulação clicando abaixo.

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Por Daniel Guedine

Daniel Guedine é empreendedor, autor e co-fundador do Caminho para Riqueza, clique para ler mais...

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