Você está bem colocado no mercado de trabalho, progride profissionalmente, tem um bom salário… Mesmo assim, sabe que poderia ter resultados financeiros ainda melhores fazendo seu dinheiro trabalhar para você de forma realmente eficaz em um ciclo de prosperidade financeira.

Bem, o mercado acionário está aí e é uma boa opção de investimento para obter ganhos relvantes. Mas provavelmente já ouviu mitos da bolsa de valores que o assustaram e o fizeram dar um passo atrás nessa decisão.

Não se preocupe. Vamos desvendá-los agora e mostrar como a aplicação de capital nesses papéis é uma boa escolha para embolsar rendimentos. Veja:

“Só ganha dinheiro na bolsa de valores quem tem informações privilegiadas”

Primeiramente, receber e utilizar ou repassar informação confidencial ou privilegiada é crime. E a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado acionário, condena judicialmente a prática.

Entre os milhares de brasileiros que investem na bolsa, grande parte deles tem bons resultados sem privilégios irregulares. Como? Essa parcela de investidores busca ajuda profissional, acompanha o mercado, diversifica a carteira, tem perfil de investidor definido, entre outras boas práticas de fato que trazem sucesso nas aplicações.

Aliás, agindo com informações privilegiadas é que a chance de insucesso aumenta com o risco de pesadas multas e abertura de processo judicial. Você já assistiu a O Lobo de Wall Street e/ou a Wall Street — Poder e Cobiça?

“É preciso ter sorte para ganhar na bolsa de valores”

Como citamos há pouco, investir exige planejamento e uma série de boas práticas de atuação — antes e durante as aplicações.

Não há uma roleta ou um globo com números dentro na BM&FBovespa, mas dados, oscilações, papéis valorizando e desvalorizando, um cenário político-econômico brasileiro influenciando os ativos e tantos outros fatores. E eles requerem calma, análise, acompanhamento profissional e um plano.

“As pessoas podem perder todo o dinheiro na bolsa de valores”

Primeiramente, para as ações serem reduzidas a zero em rentabilidade é necessário todas as empresas da carteira irem à falência. Mesmo assim, elas têm obrigações a cumprir com os acionistas em relação ao capital investido no caso de extinção da organização. E na hipótese de as ações obtidas serem preferenciais, esses investidores têm preferência a receberem o dinheiro de volta.

Além disso, enquanto as coisas acontecem na bolsa o capital não está à mercê do destino. A ferramenta stop serve justamente para proteger as aplicações no caso de desvalorização. Ou seja, define-se uma perda admitida pelo investidor e, caso seus papéis cheguem a tal nível, os ativos são vendidos e o capital é preservado.

Além disso, o stop também serve para a valorização. Então, se as ações chegarem a esse alto nível de valorização, são vendidas — há boa rentabilidade e o risco de perder a oportunidade é extinto.

“A baixa da bolsa de valores é uma tragédia”

Esse é um dos mitos da bolsa de valores mais repetidos, pois as palavras “queda” e “baixa” remetem a algo ruim naturalmente. E como no Brasil a população em geral ainda entende muito pouco sobre o mercado acionário, o mito sobrevive. Mas não é um fato.

Um mercado em baixa pode ser na verdade um dos melhores momentos para comprar ações e posteriormente vendê-las na alta, quando há um movimento de bando nas compras, e ter bons rendimentos. Se o investidor estiver com papéis mantidos durante a queda, pode se proteger com o stop.

O Crash de 1929 e a Segunda-Feira Negra de 1987, por exemplo, não são perigos iminentes e constantes no dia a dia do mercado financeiro.

“O risco de investir na bolsa é inadmissível”

Diríamos que inadmissível é deixar o dinheiro aplicado por uma ano inteiro e depois sacá-lo com menor valor de compra em relação ao ano anterior. Sabe onde ocorreu isso? Na poupança, investimento escolhido pela maioria absoluta dos brasileiros. Como? Por exemplo, em 2015 a inflação ficou acumulada em 10,67%, enquanto a caderneta teve rendimento acumulado de apenas 8,15%.

É claro que a renda variável apresenta seus riscos, mas nem de longe o dinheiro fica à beira de um precipício esperando uma brisa o empurrar, como o mito transmite. Utilizando o stop, tendo um plano e seguindo as outras práticas corretas que dissemos anteriormente chega-se a ganhos relevantes e minimiza-se os perigos.

“Não dá para investir em ações em momento de crise no país”

Obviamente, o cenário brasileiro tem sua influência no mercado acionário. Mas a bolsa e a situação do país não andam de mãos dadas. E em alguns momentos podem estar em lados opostos.

Por exemplo, no momento da publicação deste artigo (dezembro de 2016) estamos em momento de crise econômica no Brasil. Porém, uma situação ou notícia de outro país — que mexa com o mercado financeiro global — pode fazer a bolsa fechar em alta e seguir assim por dias.

“O retorno na bolsa só ocorre em longo/curto prazo”

Na verdade, nenhum dos dois. Não é uma fórmula exata. Depende muito do planejamento de atuação, das ações executadas conforme o perfil de investidor e, principalmente, da carteira mantida.

É possível ter um grande retorno em um day trade: lucro relevante dentro do mesmo dia, em espaço de apenas poucas horas entre compra e venda. Mas também se pode ter grande rentabilidade investindo para o longo prazo.

Por exemplo, quem comprou ações da Kraft Foods antes de 2015 — ano em que os ativos subiram em 35% após uma fusão — e as manteve, multiplicou seu capital em alguns anos e conseguiu ótimos rendimentos em 2016.

“É preciso correr para comprar ações em IPOs”

A oferta pública inicial — Initial Public Offering (IPO) — é quando a organização abre seu capital e lança os ativos no mercado acionário. Quando isso ocorre, é grande o número de investidores que procuram esses papéis.

Porém, quando a primeira oferta é feita, há custos de IPO embutidos nas operações. Então, as ações são mais caras. Além disso, não significa que a empresa da moda garantirá rentabilidade imensa aos acionistas, pois antes de abrir o capital certamente houve injeção de dinheiro de outros investidores e a maior parte da valorização do negócio para esses sócios anteriores, já ocorreu.

Então, se você já ouviu algum desses mitos da bolsa de valores, não dê importância e inicie o projeto de fazer o seu dinheiro render. E para atuar com ainda mais segurança, assine a nossa newsletter e receba conteúdo em seu e-mail sobre aplicações financeiras e como fazê-las.

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Caminho para Riqueza

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