Para ter sucesso em suas aplicações é preciso saber como montar uma carteira de investimentos. Além de escolher muito bem a sua aplicação, o indicado é que você aposte na diversificação para aumentar a sua rentabilidade e se proteger de sazonalidades e oscilações do mercado financeiro.


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A sua carteira é o grupo de ativos que possibilita o controle, avaliação e movimentação de cada aplicação, seja ela em ações, debêntures, títulos públicos, entre outros. No entanto, existem alguns passos para que você consiga montar a sua carteira, como definir o seu perfil e objetivos.

Para você que já possui uma carteira de investimentos montada e rodando, e se sente insatisfeito com os resultados dela, convidamos você a conversar com um profissional de investimentos e entrar nos detalhes da sua carteira para aumentar seus rendimentos.

Preparamos neste post um passo a passo com 3 etapas para você saber como montar a sua carteira, começar a ganhar dinheiro com investimentos e conseguir alcançar a tão sonhada prosperidade financeira. Acompanhe!

1. Defina o seu perfil

Definir o seu perfil como investidor é a primeira etapa para montar a sua carteira, pois é a partir dessa análise que será possível escolher investimentos que tenham a ver com você, com as suas condições financeiras e necessidades.

Para isso, confira, a seguir, quais são os perfis comumente detectados nos investidores.

Perfil conservador

O conservador é um investidor que busca pelo máximo de segurança possível nas suas aplicações, ou seja, não está disposto a correr riscos. Prefere investimentos que disponibilizem previsibilidade, como os de renda fixa.

Geralmente, esses investidores preferem não ganhar do que perder dinheiro e, com isso, as ações, por exemplo, são dispensáveis por apresentar grande volatilidade.

Perfil moderado

O investidor moderado busca por investimentos que lhe tragam retornos que estejam garantidos em médio ou longo prazo e, para isso, procura correr o mínimo de riscos possíveis, busca por uma renda constante e investimentos com níveis de volatilidade mais baixos.

Dependendo do rendimento que a aplicação possa proporcionar, como em fundos multimercado ou ações, ele pode até pensar em investir em um nível mínimo de risco.

Perfil balanceado

Perfis balanceados permitem passar por alguns níveis de oscilações e riscos em busca de maiores ganhos, contanto que seja de curto a médio prazo. Entretanto, prefere que as suas aplicações estejam em investimentos de renda fixa, já que proporcionam maior previsibilidade e constância em seus retornos.

Perfil de crescimento

Investidores que buscam crescimento querem aumentar o seu capital, mesmo que precise correr riscos de médio prazo. Não se importa com as oscilações e volatilidade, já que o seu objetivo é a rentabilidade final.

Perfil sofisticado

O risco é visto por esse investidor como um potencial e não como probabilidade de perdas ou prejuízos. Enxerga as constantes mudanças como parte da rotina de seus investimentos e como possibilidade de maiores ganhos.

Perfil arrojado

Perfis arrojados buscam por rendimentos de longo prazo e não veem problema algum em estar exposto a riscos, oscilações e mudanças no mercado financeiro, pois, entende que isso faz parte do processo de investir para ganhar dinheiro.

Contudo, apesar de estar ciente dos riscos em sua carteira, esse investidor é muito consciente e só encara riscos após estudos e análises para que não tenha prejuízos irreversíveis.

Perfil agressivo

Como o próprio nome define, investidores agressivos visam somente as possibilidades de elevada rentabilidade sem levar em consideração os riscos, o que pode gerar atitudes precipitadas.

Com isso, deixam as emoções e valores tomar o lugar do controle e estudo dos prós e contras. Alguns chegam a comparar o mercado financeiro a um jogo de cassino.

2. Defina seus objetivos

Para saber como montar uma carteira de investimentos é preciso definir os seus objetivos que se referem ao tempo de retorno. Essa etapa é muito importante para que seja possível administrar a sua carteira de acordo com as suas necessidades e metas.

A seguir, apresentamos os três períodos de retorno.

Curto prazo

A literatura e a própria cultura dos investidores divergem muito com relação à noção de prazos para investimentos. Porém, de maneira geral, investimentos de curto prazo podem ser considerados aqueles em que o seu rendimento poderá ser resgatado em até dois anos. Sendo assim, o indicado é que você evite investimentos com alto risco, muitas oscilações e pouca liquidez, pois, você terá pouco tempo para se recuperar dessas mudanças e isso afetará o seu ganho.

Com isso, normalmente, os assessores de investimentos aconselham que investidores iniciantes não estipulem objetivos de curto prazo, já que requer mais experiência para recuperar das variações do mercado. Uma modalidade para esse objetivo é o Day Trade, que consiste em compra e venda de ações no mesmo dia.

Médio prazo

Podem ser consideradas aplicações no espaço de tempo de até cinco anos. Reduzir riscos ou se recuperar das constantes oscilações se torna mais fácil com esse objetivo. No entanto, é preciso cuidado ao escolher um investimento, pois, o cenário econômico do momento em que você começou a sua aplicação pode não ser favorável daqui cinco anos. Para isso, os fundos de renda fixa moderados podem lhe permitir mais segurança.

Longo prazo

São os investimentos mais indicados e que geram maiores possibilidades de rentabilidade. Em aplicações de longo prazo, o resgate se dá em um período acima de cinco anos e, normalmente, investidores com esse objetivo estão em busca de uma aposentadoria tranquila e aumento de patrimônio.

3. Estipule a sua estratégia

Dentro da sua estratégia é preciso definir importantes questões que influenciam cada processo e cada passo que você dá em suas aplicações. Sendo assim, você precisa escolher os melhores investimentos de acordo com o seu perfil e objetivos e avaliar pontos importantes de cada aplicação. Para isso, é preciso estar atento a alguns pontos. Confira, a seguir!

Um boa sugestão nesta etapa é você conversar com um profissional de investimentos, para que ele possa lhe aconselhar sobre as melhores escolhas, de acordo com seu perfil e objetivos.

Risco

O risco de um investimento é definido como a probabilidade de algumas mudanças afetarem negativamente as suas aplicações. Os riscos são separados em alto, médio e baixo. Por meio do seu perfil será possível estipular o nível que você está disposto a se expor.

Rentabilidade

É o percentual de remuneração em cima do valor que você aplicou. Em ativos de renda fixa esse valor pode ser conhecido no momento da contração, já em ativos de renda variável esse percentual varia de acordo com diversas situações que acometem uma aplicação.

Liquidez

Define a facilidade ou dificuldade em vender um ativo. Quando maior a liquidez mais fácil será a sua troca no cenário econômico. Trata-se do prazo que em que o dinheiro aplicado estará disponível na conta corrente do investidor, caso ele resgate.

Emergência

Um dos grandes erros que diversos investidores cometem é não fazer uma reserva para emergências em seus rendimentos. Imprevisto e prejuízos podem acontecer e é nesse momento que uma quantia separada para reservas pode ser a chave do seu sucesso e tranquilidade.

Para aprender como montar uma carteira de investimento, você deve, antes, ter completo conhecimento do que precisa e do que deseja com cada aplicação, além, é claro, de contar com a ajuda de profissionais para que você alcance os seus objetivos com segurança. No mais, não deixe de diversificar a sua carteira para garantir melhores rendimentos e diminuir consideravelmente os riscos.

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Caminho para Riqueza

Caminho para Riqueza é um blog de educação focado em investimentos financeiros.