COE – CERTIFICADO DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS: CAPITAL PROTEGIDO E FLEXIBILIDADE PARA INVESTIR

Caro leitor, no que se refere aos seus investimentos financeiros, alguma vez você sentiu um enorme desejo de participar de uma operação de risco  a qual você acreditava muito que daria certo —, mas foi impedido pelo risco de perder seu capital investido?

Ou, então, já procurou no complexo mercado financeiro algum investimento que se encaixasse ao seu perfil, mas não encontrou? Pois é, isso não é raro. Muitos de nossos leitores reclamam que não encontram um ativo financeiro bom o suficiente e adequado a seu perfil para investir.

 


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Bom, e se você pudesse moldar um ativo financeiro ao seu gosto? Se pudesse atribuir ganhos na alta, na baixa, ou quando o ativo flutua dentro de um intervalo, dentre outras possibilidades? Pois saiba que uma nova modalidade tem conquistado investidores arrojados, e de uma maneira bastante atrativa.

No início de 2014, chegou ao mercado financeiro brasileiro o Certificado de Operações Estruturadas (COE), que é a versão brasileira das tradicionais notas estruturadas, muito comuns na Europa e nos EUA.

Até 2015 o COE foi muito pouco difundido no Brasil, pois era acessível apenas a grandes investidores. Porém, a partir de 2016 esses Certificados de Operações Estruturadas passaram a ser distribuídos também pelas corretoras, dando acesso ao pequeno investidor.

Hoje, com um capital de aproximadamente 15 mil reais, é possível acessar mercados complexos e ainda ter seu capital protegido por meio do Certificado de Operações Estruturadas.

E aí, gostou dessa novidade? Então, continue lendo e conheça melhor esse investimento! Ao longo deste artigo, mostrarei muito mais sobre:

  • o que é o Certificado de Operações Estruturadas;
  • os rendimentos do COE;
  • como funciona o COE;
  • as principais características do COE;
  • seus benefícios ao investidor;
  • seus riscos e desvantagens ao investidor;
  • o imposto de renda atribuído ao COE;
  • os índices de referência mais usados;
  • como investir em COE;
  • o papel de uma assessoria no investimento de COE;
  • por fim, os benefícios de uma assessoria de investimentos.

Vamos lá? Confira:

O que é, de fato, o Certificado de Operações Estruturadas

Grosso modo, o Cerificado de Operações Estruturadas (COE) é um tipo de investimento que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, com retornos atrelados a ativos e índices como câmbio, inflação, ações, ativos internacionais, entre outros.

Criado pela Lei 12.249 de 2010 (a mesma que instituiu as Letras Financeiras), o COE foi regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) apenas no segundo semestre de 2013, e passou a ser comercializado, somente por bancos, em janeiro de 2014.

Enfim, em outubro 2015, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) regulamentou a oferta pública, o que permitiu a distribuição do produto pelas corretoras.

Ganhando popularidade

Desde então, esse produto vem ganhando popularidade e chamando muito a atenção dos investidores devido à infinidade de possibilidades que ele permite, tendo como uma das principais características:

  • a criatividade e,
  • flexibilidade.

Afinal, o COE dá ao investidor o acesso para:

  • participar de diferentes cenários,
  • e não apenas na alta,
  • ou na baixa de um determinado ativo.

Ativos pré-fixados e derivativos

Em um único produto, são reunidos ativos pré-fixados e derivativos, que podem ser atrelados a qualquer outro ativo subjacente.

Assim, o COE é estruturado com base em cenários de ganhos e perdas, selecionados de acordo com o perfil de cada investidor.

Os rendimentos do COE

A combinação estratégica do COE desenha um panorama interessante de sua versatilidade:

  • por ser um instrumento financeiro que tem um direcionamento bem específico,
  • sua rentabilidade depende do título que está sendo empregado.

Nesse sentido, há possibilidade de ganhos altos — típicos de renda variável —, mas combinados com o baixo risco de uma aplicação de renda fixa, sem perdas iniciais. E, por ser utilizado por clientes que já contam com um “colchão” de investimentos, também pode ser usado como proteção contra a alta do dólar ou para superação do Índice Bovespa, por exemplo.

Sua rentabilidade, portanto, se direciona a partir da estratégia adotada pelo investidor, que envolve ativos e derivativos, não sendo possível identificá-la até a data do vencimento, já que aqueles são oriundos de diferentes cenários, que vão se organizando de acordo com o desempenho do indexador.

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A diferença do COE está na customização

Para que isso fique mais claro, vejamos um exemplo:

Se o COE é praticado em direção ao IBOVESPA, temos o seguinte cenário:

  1. Com a queda ou estabilidade do IBOVESPA, o investidor recebe apenas o seu valor de investimento inicial.
  2. Agora, caso o IBOVESPA suba até 30%, o investidor ganha o equivalente à porcentagem.
  3. E se ele acelera para além de 30%, o investidor ganha o rendimento fixo de 30%.

Assim, o investidor não corre o risco de perder o dinheiro inicial aplicado, mas tem um teto para o caso de valorização. E o mesmo pode acontecer com o dólar, entre outros ativos.

Partindo de um ativo qualquer (ações, uma cesta de ações no Brasil ou no exterior, índices, commodities, moedas, uma cesta de moedas etc.) o investidor pode ganhar na alta, na baixa e na manutenção do preço (caso o ativo “ande de lado” ou flutue dentro de um intervalo), ou ganhar uma taxa fixa caso ocorra algum cenário específico com o ativo, entre outras possibilidades.

Enfim, a diferença do COE está justamente nessa customização, com criatividade e a possibilidade de acesso a diferentes mercados.

Como funciona o COE

Como já dissemos, o COE é um pacote montado pela combinação de um título de crédito emitido por uma instituição financeira com estratégias usando derivativos. Contudo, apesar de ser composto por um ou mais ativos acrescido dessas estratégias, para o investidor ele é um ativo único que comporá sua carteira de investimentos.

Os ativos que compõem o Certificado de Operações Estruturadas são constituídos de forma a perseguir uma estratégia pré-determinada. Assim, ao criar o COE, o emissor estrutura pacotes de cenários para o desempenho de um ativo, cesta de ativos ou indexador (podendo ser nacional e internacional).

COE atrelado ao dólar

Por exemplo: no período de um ano, o dólar vai subir ou cair? A partir da análise de indicadores e do cenário econômico, o investidor pode apostar na alta, na baixa, na manutenção, entre outros cenários para o dólar.

Então, no vencimento do título, se o cenário que o investidor apostou for concretizado, ele recebe uma rentabilidade atrelada ao ativo de referência — neste exemplo, a taxa do dólar.

Bom, agora você pode se perguntar: por que eu apostaria na alta ou baixa do dólar? Isso pode até não parecer muito obvio, mas é fácil.

Imagine que você viajará daqui 1 ano, e deseja proteger o dinheiro que gastará nessa viagem. Afinal, você recebe em R$, e nesse período de 1 ano o dólar pode subir muito ou pouco, ou mesmo cair muito (ou pouco).

Pois o COE é ideal para cenários como esse — lembrando apenas que este seria um COE específico de dólar, atuando como um COE de capital protegido ou blindagem do investimento.

Capital protegido ou capital em risco? Bem, o COE pode ser emitido em duas modalidades:

  • Valor Nominal Protegido: em que o emissor garante ao investidor, pelo menos, o valor principal investido, mesmo que o pior cenário possível ocorra;
  • Valor Nominal em Risco: em que há possibilidade de perda para o investidor até o limite do capital investido.

Nesse sentido, embora o COE ofereça uma espécie de blindagem do investimento (no caso da modalidade valor nominal protegido), por outro lado ele não conta com garantia de ganhos, a exemplo do que ocorre com outros investimentos como o CDB ou os títulos públicos.

Por isso, os especialistas indicam que ele deve ser utilizado como investimento adicional.

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Principais características do Certificado de Operações Estruturadas

O COE tem vencimento, valor mínimo de aporte, indexador e cenário de ganhos e perdas definidos pelos bancos emissores, para diferentes perfis de investidor. Assim, o pacote pode ser montado de acordo com a vontade do investidor, atendendo aos mais diversos objetivos.

Agora, além da criatividade e flexibilidade já mencionadas, ainda podemos destacar as seguintes características:

  • vencimento do investimento pré-determinado;
  • valor mínimo de aporte;
  • indexador local ou internacional;
  • cenário de ganhos e perdas no vencimento, conhecidos desde o início da operação;
  • tributação que segue a tabela regressiva de Renda Fixa;
  • adaptação a diferentes perfis de investidor, ainda que o perfil deva ser compatível com o produto (COE);
  • fluxos de pagamento no vencimento ou periódicos.

Os benefícios para os investidores: pequenos, conservadores e arrojados

De fato, as próprias características do COE e toda a flexibilidade que ele proporciona já são ótimas vantagens para os investidores. Afinal, ele permite ao pequeno investidor lucrar em cenários em que ele dificilmente obteria ganhos sem correr grandes riscos.

Quanto aos investidores mais conservadores, que antes temiam acessar algum mercado específico, o COE permite a possibilidade de alcançar uma remuneração diferenciada, estabelecendo um limite de perda no investimento.

Já para investidores mais arrojados, há a oportunidade de investir em operações com algum grau de risco, mas sempre com estratégias e cenários mais nítidos, o que seria bem mais difícil de construírem sozinhos.

Além disso, o investidor que está habituado e se sente mais confortável ao operar um determinado tipo de ativo pode estruturar COE conforme sua vontade e perfil de investidor, seja:

  • Ações,
  • Índices,
  • Renda Fixa,
  • Moedas,
  • Commodities,
  • Inflação,
  • títulos de crédito privado,
  • uma cesta de ativos, etc.

Sem contar que também é possível moldar seus objetivos de investimento pelo COE, como:

  • capital protegido,
  • maximização de ganho,
  • diversificação,
  • acesso a
  • outros mercados ou hedge.

Benefícios para o(a) investidor(a)

Enfim, seja qual for sua visão de mercado, o investidor pode compor COEs para persegui-la:

  • viés de alta,
  • viés de baixa,
  • mercado lateral,
  • alta volatilidade,
  • baixa volatilidade,
  • oscilação dentro de um intervalo ou,
  • até um evento específico.

E a toda essa lista, ainda podemos adicionar os seguintes benefícios:

  • diversificação, transparência e acesso a novos mercados, combinando as funcionalidades de derivativo e renda fixa em um único investimento;
  • internacionalização sem a necessidade de enviar recursos ao exterior e sem correr risco cambial;
  • possibilidade de customização por parte do investidor, respeitando os requisitos mínimos exigidos pelo emissor do COE;
  • custos mais baixos, se comparados a investir nos ativos e derivativos separadamente;
  • fácil acompanhamento do desempenho, por aparecer como um único ativo na conta do investidor;
  • tributação única, gerando agilidade e eficiência tributária em relação às operações estruturadas tradicionais;
  • disseminação da cultura de investimento de longo prazo.

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Os riscos e desvantagens ao investidor

Embora eles sejam mais controlados, o investidor ainda deve estar ciente dos riscos que qualquer tipo de aplicação oferece.

Riscos oriundos do COE

Dentre os riscos oriundos do investimento em Certificado de Operações Estruturadas, destacam-se:

  • risco de crédito do emissor: a instituição financeira emissora do COE é responsável por honrar os pagamentos dos certificados, e o investimento não conta com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito);
  • existe também a possibilidade de resgate antecipado, mas, nesse caso, ele está sujeito à marcação a mercado — portanto, sem garantia de recuperação integral do capital investido.

Desvantagens ou alguns inconvenientes do COE para investir

E a desvantagens, elas existem? Sim, por isso listamos também alguns inconvenientes de se investir no Certificado de Operações Estruturadas:

  • uma das principais desvantagens do COE é a impossibilidade de prever os retornos, já que ela possui parte de renda variável. De acordo com o movimento de mercado, ela pode não se concretizar;
  • por ter vencimento fixo, o COE não oferece liquidez para quem precisa do recurso em uma emergência;
  • por isso, também não é vantajoso para venda antecipada a outros investidores. O emissor pode oferecer regaste antecipado sujeito à marcação a mercado e, portanto, sem garantia do capital investido;
  • Por fim, o COE não possui a garantia do FGC e, portanto, o investidor corre o risco de crédito do banco emissor.

Bom, mas e o Imposto de Renda, como fica?

O Imposto de Renda atribuído ao COE

Outra das vantagens do COE é a forma como é cobrado o Imposto de Renda: ele equivale de 22,5% a 15% na hora do resgate, dependendo do tempo de aplicação.

As mesmas alíquotas do Imposto de Renda do COE são as que servem para títulos de CDB. E, nas hipóteses em que o Imposto deve ser recolhido para aplicações que contam até 30 dias, o IR recai sobre os rendimentos líquidos auferidos do IOF.

Tabela do imposto

A tabela do Imposto terá sua variação de acordo om o prazo de cada aplicação, em que as alíquotas têm início em 22,5%, para até 180 dias, e reduzem gradativamente para 15% após atingirem 721 dias.

Todos os descontos de tributação incidem pelo tempo total das aplicações, não incidindo sobre o valor completo do investimento.

IR no resgate

Nesse sentido, a tributação é um bom atrativo do COE. A incidência de IR é única, ocorrendo no momento do resgate, e segue a tabela regressiva aplicada para investimentos em renda fixa.

O COE, portanto, é bem mais vantajoso do que investir nos vários ativos separadamente, sobre cada qual incidiriam os respectivos impostos. E, por não ter antecipação no recolhimento do Imposto de Renda, ele dispensa taxa de administração, custódia e performance.

Os índices de referência mais usados

Os ativos objetos ou índices de referências utilizados para a constituição dos COEs podem ser os mais diversos. Eles podem variar dependendo da praça financeira em questão (Brasil, EUA, Europa, Ásia, etc.) e da situação econômica em que se encontra.

No Brasil, os índices de referência mais populares são:

  • inflação;
  • câmbio;
  • índices de ações nacionais;
  • índices de ações internacionais;
  • juros;
  • commodities (petróleo, ouro, etc.).

Como investir em Certificados de Operações Estruturadas

O COE só pode ser emitido por um banco e registrado na Cetip (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos), podendo ser distribuído pelo próprio banco, por uma corretora ou uma distribuidora de valores.

Corretora de Valor

As corretoras de valores, por não serem um banco, não podem emitir um COE. Por outro lado, elas apresentam a vantagem de poder distribuir COEs emitidos por diferentes instituições bancárias, oferecendo diversificação aos investidores quanto ao risco de crédito dos emissores e ativos subjacente.

Quanto à documentação necessária para investir em COEs, temos:

  • Termo de ciência de risco assinado uma única vez pelo investidor, dando ciência dos riscos do COE;
  • DIE (Documento de Informações Essenciais): com explicações sobre o funcionamento, fluxo de pagamentos e riscos do COE. Entregue ao investidor antes da realização de cada investimento;
  • Termo de adesão assinado pelo investidor, confirmando o recebimento do respectivo DIE.

Apetite ao risco de cada cliente

Além disso, ao emitir ou distribuir um COE, o banco e/ou o distribuidor devem observar as regras de suitability, ou seja, fazer uma análise do “apetite” ao risco de cada cliente e checar se o COE é adequado ao seu perfil e ao seu entendimento.

Recomendações para investir em COE

Vale ressaltar que, ao adquirir um COE, o investidor também deve considerar alguns dados importantes:

  • há investimentos na modalidade Valor Nominal em Risco, em que não há garantia de receber o valor do principal investido no vencimento;
  • há risco de liquidez, já que poderá não haver mercado secundário para o COE;
  • investidores em início de carreira devem se ater à margem entre 5% e 15% da carteira de investimentos. Com a experiência, podem passar a gerenciar uma parte maior de seus recursos para o COE;
  • para investir em Certificado de Operações Estruturadas, o cliente deve apresentar um perfil, pelo menos, Moderado Agressivo.

O papel de uma assessoria no investimento de COEs

Diferentemente das aplicações operadas pelos bancos, a assessoria de investimentos tem o papel de planejar e identificar as melhores oportunidades de acordo com o perfil de cada cliente.

O assessor é o profissional técnico que fará uma análise minuciosa da composição da sua estrutura financeira, avaliando também o perfil de investimento de acordo com os objetivos e estilo de vida da pessoa.

Necessidade de cada investidor

Assim, ele visa corresponder às expectativas e às necessidades de cada investidor, desenvolvendo uma estratégia que mais se aproxime das suas expectativas. Para isso, leva em conta dois pontos:

  • primeiro, as características do cliente, suas limitações e suas habilidades;
  • ao mesmo tempo, avalia aquilo que é mais recomendado, dentro do mercado financeiro, para a composição de uma carteira.

Por lidar somente com esse tipo de serviço (diferentemente dos bancos), a assessoria de investimentos oferece um conhecimento aprofundado sobre o assunto. Ela será capaz de prever quais são os melhores investimentos a curto, médio e longo prazo, deixando o investidor a par das melhores possibilidades.

Além desse estudo, a assessoria de investimento também é responsável por manter um diálogo contínuo e próximo sobre a sua carteira de investimento, sempre atenta aos riscos e tirando todas as dúvidas que porventura possam te ocorrer.

Os benefícios de contar com uma assessoria de investimentos

Uma das vantagens de ter um assessor de investimento é a independência que ele te proporciona, podendo buscar instituições diferentes no mercado financeiro e escolher a plataforma que melhor se adéque aos seus planos de investimento.

Tornando-se cada vez mais populares, os escritórios são relativamente acessíveis e garantem uma modalidade sofisticada de investimento, fugindo dos tradicionais bancos e gerentes. Assim, o que se consegue diminuir em taxas de administração, por exemplo, pode ser usado para investir em uma assessoria de qualidade!


Quer melhorar os investimentos da sua carteira de investimentos? Converse agora com um profissional de investimentos.


Será que COE é para você?

Enfim, chegamos à conclusão deste artigo. Até aqui, você viu que com o Certificado de Operações Estruturadas é possível confeccionar um ativo financeiro moldado ao seu perfil, que te permite capturar ganhos e manter seu capital protegido em cenários em que você dificilmente ganharia sem assumir grandes riscos.

Além disso, você aprendeu:

  • quais são as modalidades do COE, e como ele funciona;
  • as principais características do COE e os benefícios que ele traz ao investidor;
  • os riscos e desvantagens de se investir em COE;
  • os índices de referência mais usados e como investir no COE;
  • por fim, como a assessoria de investimentos atua em COE e quais são as vantagens de se contratar esse serviço.

Então, em vez de escolher entre renda fixa e renda variável, que tal contar com os dois investimentos e ainda ter seu capital protegido? Não é à toa que o COE está revolucionando o mercado de investimentos, trazendo uma modalidade que se adéqua ao modo de vida contemporâneo!

Afinal, gostou deste artigo? Sobrou alguma dúvida sobre o Cerificado de Operações Estruturadas ou como ele funciona? Deixe-nos o seu comentário e divida conosco as suas impressões e experiências! Siga-nos no Youtube e Instagram.

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Por Daniel Guedine

Daniel Guedine é empreendedor, autor e co-fundador do Caminho para Riqueza, clique para ler mais...

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