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7 erros imperdoáveis para quem quer viver de renda

Viver de renda é algo que muita gente procura. Hoje, com inúmeras alternativas em termos de investimentos, já é possível tornar essa possibilidade mais acessível. Entretanto, o caminho para chegar a esse objetivo não é necessariamente óbvio, devendo ser traçado com muito cuidado, com atenção especial aos possíveis erros.

Essa é a ideia deste artigo: mostrar os erros mais comuns cometidos por pessoas que buscam viver de renda e apontar as alternativas certas para que você obtenha os melhores resultados. Ficou curioso? Então siga conosco!

1. Não resolver suas pendências financeiras

Não se começa um projeto pelo fim. É por isso que você não pode querer ganhar dinheiro antes de pagar suas dívidas.

Quando isso acontece e, mesmo endividado, você aplica seu dinheiro, pode se ver em uma grande enrascada: os juros da sua dívida tendem a crescer de maneira continuada ao longo dos meses, podendo fazer com que você perca o controle e tenha que retirar o dinheiro investido antes da hora para pagar contas, isso se houver recursos para tanto.

Quitar as dívidas

É preciso que você evite que os juros atuem contra você e traga eles para o seu lado. Eles serão importantes na escolha das aplicações. O segredo é simples, basta se concentrar em quitar as dívidas para somente então começar a investir.

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2. Não ser racional

Investir por investir pode não dar em nada. Quando a pessoa aplica sem critérios, ela tende a perder oportunidades que as aplicações oferecem. É preciso que você saiba o quanto precisa para viver de renda e quanto tem a disposição para alcançar esse objetivo. Parece difícil? Pois saiba que não é.

Rentabilidade calculada

Conhecendo os perfis das aplicações disponíveis, sejam elas de renda fixa ou variável, você tem como estimar como seu dinheiro poderá render ao longo do tempo para que no futuro você alcance a sua meta.

Suponhamos que você queira viver com uma renda de R$ 10.000,00 mensais em 30 anos. Nesse caso, você precisará reunir R$ 1.000.000,00 em uma aplicação com rendimento de 1% ao mês, algo que é possível quando você sabe como funcionam as aplicações disponíveis, como os fundos multimercado.

3. Não ter o hábito de poupar

Ainda pensando no exemplo anterior, saiba que juntar R$ 1.000.000,00 pode não ser tão difícil quanto parece. Basta ter disciplina para, mensalmente, reservar um valor para fazer investimentos. Com o tempo (e os juros) você poderá multiplicar os números aplicados.

Aplicações recorrentes

Assim, mesmo que mensalmente, você só consiga poupar um valor baixo, existirá a garantia de que as aplicações serão recorrentes e no fim do processo você terá alcançado seu objetivo.

Resultados satisfatórios

Pessoas que não têm o hábito de poupar acabam não acumulando e tornando o investimento mais difícil, pois julgam que é preciso reunir quantias enormes para ter resultados satisfatórios.

Regra dos 50-15-35

Para disciplinar isso na sua vida, trabalhe com a regra dos 50-15-35, em que:

  • 50% do seu salário é destinado a despesas fixas;
  • 15% para prioridades financeiras como pagamento de dívidas e investimentos e;
  • 35% para demais despesas pessoais. Isso permite que você poupe com critérios.

4. Não ter um plano para viver de renda

Como você pretende chegar ao seu objetivo? É preciso conhecer os caminhos adequados e ser realista. Você pode até conseguir, de uma hora para outra, ganhar uma fortuna na loteria, mas isso é algo que tem uma probabilidade muito baixa de acontecer.

Estratégia para viver de renda

Enquanto esse dia não chega, é preciso traçar uma estratégia para juntar o grande volume de dinheiro que precisa para viver bem no futuro.

A regra dos 50-15-35 é uma estratégia válida, pois permite a você a definição de uma meta de gastos compatível com o seu padrão financeiro. Considere também alterar a porcentagem dessa regra de acordo com as suas possibilidades e fazer uma readequação de seus hábitos de consumo.

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5. Não considerar a lógica dos juros

Compreender o efeito extraordinário dos juros compostos no longo prazo elevam as chances de você ganhar mais dinheiro. Pessoas que não sabem disso acabam banalizando pequenas recompensas em termos percentuais e aplicando seu dinheiro em opções que rendem menos, como a Poupança.

Juros compostos

Os juros compostos, presentes em diversas classes de ativos, desde os títulos públicos até fundos multimercados, podem fazer com que a curva do seu patrimônio cresça de maneira muito acentuada. Por isso, procure investir em soluções que se enquadrem ao seu perfil de investidor e proporcionem alta rentabilidade para lucrar mais com o passar do tempo.

Desprezar um pequeno prêmio de risco, como por exemplo 5% ou 10% do CDI pode ser um erro grave no longo prazo. E, deixar de analisar as diversas opções para investimentos, chega a ser um desperdício, pois no caso, mesmo tendo o hábito de poupar e agindo de maneira criteriosa, você acaba ganhando menos do que poderia.

6. Seguir conselhos de gurus

Investir não é astrologia. Você não vai encontrar um sujeito iluminado que trará a luz em um momento em que todos estiverem no escuro. Na maioria das vezes, figuras assim não passam de oportunistas querendo tirar vantagem do seu pouco conhecimento, principalmente em se tratando de renda variável.

Esse é outro erro que as pessoas cometem: acreditar em soluções milagrosas que as farão enriquecer de uma hora para outra. Para investir corretamente é preciso tempo, estudo e seriedade. Por isso, caso queira contar com a ajuda de alguém, procure um especialista. Nesse caso, estamos nos referindo ao assessor de investimentos.

É ele quem poderá dar a você a orientação necessária para aspectos mais específicos e fundamentais, como a necessidade de diversificação de investimentos e as oportunidades que o mercado financeiro apresenta.

Evite também atribuir essa responsabilidade ao gerente do seu banco. Ele trabalha com cotas, ou seja, seu objetivo pode ser vender os títulos que precisa para atingir sua meta, e não ajudar você a ganhar mais dinheiro.

7. Não definir objetivos de maneira adequada

Mesmo trabalhando com objetivos, existem pessoas que não os definem corretamente. O ideal é que essa definição garanta a sua proteção financeira antes que passos mais ousados sejam dados.

Reserva de emergência

Basicamente, isso pode ser feito quando você traça objetivos de curto, médio e longo prazo. No curto prazo, recomenda-se que você crie uma reserva de emergência, juntando um montante que seja de seis a doze vezes o valor dos seus gastos mensais (um ano).

Definir uma meta

Já no médio prazo, você pode definir uma meta, como a compra de um imóvel ou uma aquisição importante de outra natureza. No longo prazo, finalmente, você pode inserir sua independência financeira com o montante necessário para viver de renda.

Conheça os hábitos de grande investidores

Investindo em alternativas que apresentem os melhores resultados em função desses objetivos você tem tudo para estruturar sua vida financeira com maior racionalidade. Viver de renda é muito trabalhoso mas não é difícil, basta evitar erros comuns e começar a poupar!

Agora que você sabe como viver de renda, baixe nosso e-book — Desvendamos os hábitos dos grandes investidores — e continue aprendendo!

Caminho para Riqueza

Por Caminho para Riqueza

Caminho para Riqueza é um blog de educação focado em investimentos financeiros.

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